Os partidos tradicionais liquefazem-se, vence o voto por uma outra política. A esquerda ganha mas, com força superior à do seu mérito.
Nunca os líderes mais poderosos se terão sentido tão impotentes. Com o cenário de apocalipse pela frente todos pressionam Merkel: o imperativo, agora, é crescimento e emprego.
, testemunha da miséria, da tirania e das deceções da América Latina do século XX. Revoltado com a narcoviolência do seu México e com as crises económicas de hoje.
No dia em que se instala ao comando a simplicidade gentil e a autoridade tranquila, a pergunta incontornável: quanto tempo mais com a doutrina de austeridade de Merkel? - a política que eleitores alemães acabam de rejeitar.
Em fundo ao incêndio da Grécia as brasas da desconfiança que se espalha pela Europa. A discussão sobre o papel da Alemanha e a natureza da sua supremacia.
Krugman: o que os eleitores disseram é que querem uma oportunidade para sobreviver melhor do que a que lhes está a ser imposta.
O voto de protesto faz avistar uma nova Europa com mudança de rumo económico e político.
A Europa entra em reequilíbrio político? Uma ponta de suspense final em França. A Grécia contra o centro. Mais uma derrota para Merkel na Alemanha. Os ganhos trabalhistas apertam Cameron. Vem aí Cannes, com Cronenberg, Hannecke, Salles e Resnais.
Sarkozy, agressivo, falhou a grande oportunidade diante de Hollande já em pose de presidente. Um debate àspero que escapou aos moderadores.
O último debate da campanha francesa. A prova de fogo para Merkel em duas eleições alemãs. Que Europa vamos ter na próxima 2ª feira?
A adesão trabalhadores da NAV à greve de hoje de manhã está a ser de 100 %, disse à agência Lusa fonte da comissão de trabalhadores da empresa responsável pelo tráfego aéreo.
Fonte: SIC
Fonte: SOL
Fonte: SAPO
Fonte: SOL
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