Cinco anos após o referendo que ditou o fim da penalização da interrupção voluntária da gravidez a pedido da mulher até às 10 semanas de gestação, o PSD, através do deputado Miguel Santos, disse à Lusa que não é possível fazer um balanço da aplicação da legislação do aborto por faltarem "dados objetivos".
Porém, sublinhou o deputado, a aprovação desta lei foi "um passo em frente para a sociedade" portuguesa e a despenalização desta prática foi "pacificamente aceite, estes cinco anos são prova disso".