De acordo com a Federação Nacional dos Professores (Fenprof), "a Direção-geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP) tinha informado os diversos serviços, incluindo as escolas, que não era legalmente possível realizar progressões e alterações de posicionamento remuneratório, após 01 de janeiro de 2011, ainda que ocorridos em momento anterior àquela data".
Depois de ter recebido algumas reclamações, a questão mereceu uma sugestão por parte da Provedoria de Justiça, apontando que "a progressão é, a par da promoção, uma forma de evolução profissional e configura, no caso da carreira docente, um verdadeiro direito dos trabalhadores".