"A Direção-Geral dos Assuntos Consulares e Comunidades Portuguesas (DGACCP) sempre fez uma análise dos fluxos migratórios, independentemente de haver Observatório ou não. O Observatório vai manter-se, mas fundamentalmente nos serviços da direção-geral, tal como foi feito no passado recente", explicou José Cesário, em declarações à Lusa.
O Observatório da Emigração foi criado em 2008, com base num protocolo entre a DGACCP e o Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do ISCTE -- Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL). Em janeiro de 2009 começou a produzir e disponibilizar informação sobre a evolução e as características da emigração e das comunidades portuguesas, contribuindo para a definição de políticas públicas neste domínio, pode ler-se no seu site.