10 de Fevereiro de 2012, 09:30

Aborto

Faltou coragem ao Governo para impor taxa no aborto recorrente - pres. Conselho Ética

A propósito do quinto aniversário do referendo que abriu as portas à legalização da Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) até às 10 semanas, a pedido da mulher, Miguel Oliveira e Silva disse à Lusa que a maior virtude da lei foi as mulheres deixarem de morrer por causa de um aborto.

"É extremamente positivo ter praticamente deixado de haver mortalidade e morbilidade materna por causa de uma IVG", afirmou, enaltecendo ainda a diminuição drástica de complicações associadas ao aborto clandestino, como perfurações, infeções ou hemorragias.

@ Agência Lusa

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