"Não me venham com a desculpa de que a diminuição das dádivas se deve à ideia de que Portugal está a desperdiçar sangue. Nada disso. A explicação está no facto de os dadores de sangue terem perdido um direito adquirido há muitos anos, que era a isenção de taxas moderadoras", disse, à Lusa, Alberto Mota.
O responsável reagia, assim, às declarações do secretário de Estado adjunto da Saúde que, na quinta-feira, disse que se registou uma quebra de cerca de 20 por cento nas dádivas de sangue nos últimos dois dias, por se ter gerado a ideia de que Portugal estava a desperdiçar sangue.