No final das suas alegações, que duraram mais de hora e meia, Ricardo Sá Fernandes disse estar consciente que uma decisão absolutória de Carlos Cruz pela Relação de Lisboa poderia ser vista como um factor que "acarretaria o descrédito da justiça" em Portugal, mas disse acreditar que este coletivo do Tribunal da Relação de Lisboa "faça a diferença" neste julgamento em sede de recurso.
Ricardo Sá Fernades vincou que o "erro juridiário" não atinge em Portugal unicamente os "humildes e os desafortunados", sendo o caso de Carlos Cruz o exemplo de como também atinge alguém que tinha sucesso profissional e podia ser considerado "poderoso".