"A ASPROCIVIL não aceita nem entende a fraca ação das entidades responsáveis, que permite a continuação destes acidentes, em que as vitimas, são normalmente cidadãos completamente alheios aos riscos e funcionamento das instalações de gás", sustenta a associação em comunicado, um dia depois de uma explosão num andar na Charneca da Caparica, que provocou um morto e vários feridos.
A associação diz que "continua evidente que a atual organização de controlo e fiscalização não funciona, pelo que se impõe o aumento e melhoria das medidas de prevenção (e fiscalização)" por parte das entidades responsáveis, designadamente pela Entidade Reguladora do Sector Energético (ERSE).