Durante o primeiro ano de funcionamento, em que teve um período experimental e alguns problemas técnicos para ultrapassar do ponto de vista operacional, a linha recebeu 10 contactos telefónicos, sendo a maioria (sete) feitos pelas mães das vítimas, seguindo-se os alunos que sofreram a agressão (dois), segundo dados facultados à agência Lusa pela equipa da Universidade Lusófona do Porto com que a ANP estabeleceu uma parceria.
Os contactos estabelecidos ocorreram não só para pedir apoio, mas também informação relacionada com este fenómeno.