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14 de Maio de 2008, 02:39

PSD: Autoridade da Concorrência deve analisar preço dos combustíveis - Pedro Passos Coelho

"Há qualquer coisa a esclarecer sobre a margem de subida dos preços, tendo em atenção a relação entre a subida do preço do petróleo em dólares e a própria valorização do euro", afirmou.

O candidato falava aos jornalistas no final de um debate que hoje realizou num hotel de Braga para divulgar a sua candidatura.

Pedro Passos Coelho esteve acompanhado pelo mandatário distrital, o deputado na Assembleia da República e presidente da Concelhia de Guimarães, Emídio Guerreiro e pelo mandatário de campanha, o dirigente da Concelhia de Braga, João Granja.

Garantindo que se manterá na corrida até final e lembrando que "as eleições não são dispensáveis", o candidato disse que "os debates televisivos ajudarão os militantes a compreender melhor as propostas de cada candidato para o partido e o país".

"É tempo de os outros candidatos mostrarem o que querem e o que defendem", acentuou, dizendo que, através dos debates "será mais fácil que os portugueses compreendam o que está em jogo, em termos de alternativa à governação socialista".

Questionado sobre o projecto que propõe para o país, Pedro Passos Coelho defendeu uma política que privilegie as pessoas e as empresas, estas tendo em conta o seu papel na economia e no emprego, e uma acção governativa que se oriente para a coesão territorial e a coesão social.

"Nestas áreas temos tido respostas públicas muito deficientes", afirmou, criticando o que chamou de "inacção e insensibilidade governativa em matéria de coesão social em Portugal".

Disse que o Estado, enquanto entidade "má pagadora", está a prejudicar as empresas, criando-lhes problemas graves de tesouraria: "defendo que as dívidas do Estado às empresas possam ser titularizadas, de forma a que os credores possam recorrer à banca para suprir as dificuldades".

"O Estado gasta dinheiro de mais, e para se financiar não só vai buscar mais dinheiro às pessoas e às empresas, como as asfixia financeiramente não lhes pagando as dívidas a tempo e horas", lamentou.

LM.

Lusa/fim

Agência Lusa

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