Ciclismo: Volta a Portugal do Futuro - Etapa para António Carvalho

Carvalho ganhou em 3:29.01 horas, à frente de um grupo de 17 unidades em fuga desde as primeiras dificuldades da ligação entre Águeda e Pombal, na distância de 142 quilómetros.

A etapa foi marcada pelos ataques da Aluvia-Valongo e da Liberty Seguros, apostadas em contestar a supremacia da espanhola Caja Rural, colocando desde cedo vários dos seus homens em fuga.

No final da tirada, os mais beneficiados foram Jone Brandão (Liberty), o melhor português, que subiu de oitavo para terceiro, com 1.02 minutos de diferença para o líder, Joel Lucas (Aluvia), que passou de quinto para quarto, e Nilton Lopes (Aluvia), de 12.º para quinto, ambos a 1.06.

Na passagem pela meta volante de Vila Nova de Poiares 8km 67,3), os fugitivos tinham 3.25 de vantagem sobre um quinteto intermédio e 4.45 sobre o pelotão, onde estava Ryabkin, que só então começou a reagir.

O pelotão alcançou o quinteto intermédio e fez com que a diferença para os primeiros descesse para 2.34 finais, uma diferença suficiente para tranquilizar a Caja Rural e o camisola amarela russo.

Nas restantes classificações só não mudou o líder da montanha, que continua a ser Vaso Pereira (ASC), enquanto nos pontos o primeiro é agora Marco Coelho (Liberty) e na Juventude comanda o uruguaio Ignacio Maldonado (CC Spol).

Na sexta feira corre-se a terceira etapa, um percurso de 108,7 quilómetros, entre Porto de Mós e o Alto de Montejunto, em que a chegada coincide com contagem de montanha de primeira categoria e pode ser decisiva no desfecho da prova.

FB.

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***

Lusa/Fim

@ Agência Lusa

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