"Trata-se de uma proposta histórica: o Estado português, após décadas de repressão e de silenciamento das relações entre pessoas do mesmo sexo, poderá finalmente vir a reconhecer a igual dignidade destas relações, através do seu igual acesso às figuras jurídicas que protegem já as relações entre pessoas de sexo diferente", refere a ILGA, em comunicado.
A associação sublinha que é uma "medida particularmente urgente", tendo em conta que será "um momento histórico de reparação em que o próprio Estado rejeitará, de forma pedagógica, a actual discriminação de lésbicas e gays num aspecto tão fundamental como é a sua conjugalidade".