Principais acontecimentos registados no dia 12 de fevereiro:
O ministro das Finanças garantiu hoje em Bruxelas que um eventual reajustamento do programa de ajuda externa a Portugal não está neste momento a ser considerado, e reafirmou que o Governo não pedirá nem mais tempo nem mais dinheiro.
O líder do PS considerou hoje "inimaginável" a apresentação de mais medidas de austeridade em Portugal, afirmando que muitos portugueses "já ultrapassaram o limite das suas possibilidades" e que isso seria "um falhanço rotundo" das políticas seguidas.
O secretário-geral do PS afirmou hoje que existem "limitações" à sua atuação enquanto "líder da oposição" por "honrar o memorando" assinado com a 'troika', defendendo que um líder político deve "olhar para os interesses do país".
O secretário de Estado do Empreendedorismo defendeu hoje a necessidade de alterar o paradigma segundo o qual cabe ao Estado criar emprego e pediu aos jovens que "concentrem energias" em encontrar soluções para o país e não em "lamentar-se".
O líder do PS exigiu hoje ao primeiro-ministro um esclarecimento sobre a admissão de um reajustamento ao programa de assistência, afirmando que Passos "não pode dizer uma coisa no Parlamento" e o ministro das Finanças outra em Bruxelas.
As autoridades federais dos Estados Unidos autorizaram hoje, pela primeira vez desde 1978, a construção de novos reatores nucleares no país, noticia a AFP.
O presidente do Instituto Português do Sangue (IPS) disse hoje que as reservas de sangue dos grupos A e 0 negativos são suficientes para "dois ou três dias", apelando aos dadores de sangue que voltem a doar.
O argentino Pablo Aimar considerou hoje "uma alegria" a renovação por mais uma temporada com o Benfica, numa negociação que, de acordo com a página oficial dos líderes da Liga portuguesa de futebol, durou apenas 10 minutos.
O ofício da Administração Tributária e Aduaneira que determina que os rendimentos dos eurodeputados passam a ser tributados em Portugal não se aplica aos restantes funcionários portugueses da União Europeia, explica a fiscalista da PricewaterhouseCoopers (PwC), Ana Duarte.
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