A primeira-ministra australiana, Julia Gillard, realçou que Assange, 41 anos, é responsável pelas suas decisões pessoais e garantiu que este recebeu "mais assistência consular do que qualquer outro cidadão do país" e continuará a recebê-la.
A chefe de Governo recusou comentar, porém, as alegadas intenções dos Estados Unidos de querer julgar o fundador do portal WikiLeaks no seu território, apesar de ter garantido que Camberra se "opõe à extradição em casos de pena de morte" envolvendo qualquer um dos seus cidadãos, durante uma conferência de imprensa à margem da cimeira do G20, em Los Cabos, no México.