Gambira foi libertado em janeiro com centenas de outros presos políticos depois de ter sido condenado a uma pena de 68 anos de prisão por ter liderado os protestos anti-governamentais de 2007, que contaram com a participação de cerca de 100 mil pessoas e culminaram em confrontos com as forças de segurança, causando, pelo menos, 31 mortes, centenas de feridos e de detenções.
Desde a sua libertação, o monge violou várias normas ao forçar a entrada em mosteiros que foram encerrados pelo governo depois dos protestos, disse um membro do Executivo da Birmânia em declarações à agência noticiosa francesa AFP.