"O que ela (Cristine Assange) fez foi exprimir as suas preocupações, dúvidas sobre o que poderá acontecer a Julian Assange se for extraditado pelo governo do Reino Unido para a Suécia", disse aos jornalistas o ministro dos Negócios Estrangeiros do Equador, Ricardo Patiño.
Cristine Assange, australiana, encontra-se desde sábado na capital do Equador, onde tem mantido contactos no sentido de sensibilizar as autoridades equatorianas para o pedido de asilo apresentado pelo filho.