A decisão foi tomada pelo Quinto Tribunal de Brasília e abrange todos os bens e contas bancárias de Carlos Augusto Ramos, conhecido como "Carlinhos Cachoeira", e de mais seis pessoas que alegadamente pertencem ao mesmo grupo mafioso.
As investigações da polícia e as dimensões que parecem ter os tentáculos desse grupo levaram o Congresso a abrir uma comissão especial para esclarecer o caso, porque se suspeita de que Ramos terá corrompido dezenas de políticos para lhe facilitarem as suas atividades.