"No meu país há medo de uma comissão da verdade", declarou Garzón, que foi na terça-feira homenageado na cidade brasileira de Porto Alegre, capital do Estado de Rio Grande do Sul, referindo-se à investigação dos factos durante o regime militar que governou Espanha depois do golpe de Estado de 1936.
O ex-magistrado criticou o facto de existirem em Espanha praças e ruas com nomes referentes ao franquismo ou símbolos desse regime, uma realidade que considera ser "uma vergonha".