Menos de 24 horas depois de ter afirmado, em nota à Lusa, que os Estados Unidos "saudavam" a nomeação de Serifo Nhamadjo, "negociada pela CEDEAO, como líder de um governo de transição" e de "apelar a todos os atores para o aceitarem e trabalharem" com o presidente interino, o gabinete de assuntos africanos do Departamento de Estado veio "corrigir e atualizar" a sua posição.
Numa nova nota hoje enviada "reconhece", sem expressar apoio, a declaração da CEDEAO sobre um roteiro para "restabelecer o estado de direito constitucional e os princípios democráticos" na Guiné-Bissau.