De acordo com aquela emissora financiada pelos Estados Unidos, que cita fontes locais e da comunidade tibetana exilada na Índia, os dois tibetanos foram mortos depois de terem sido descobertos na quinta-feira pelas autoridades na região de Luhuo, que foi palco de protestos anti-governo a 23 de janeiro.
As fontes da Radio Free Asia identificaram os dois tibetanos como Yeshe Rigsal, um monge de 40 anos, e o irmão, Yeshe Samdrub, de 38 anos.