"Não haverá pena de morte (...) ela vai ser retirada", declarou David Bahati à agência noticiosa francesa AFP, referindo-se à proposta de lei que apresentou na terça-feira e que foi criticada pelas organizações de defesa dos direitos humanos, EUA e Reino Unido.
A homossexualidade é ilegal no Uganda e punível com longos anos de prisão, mas o parlamento está a considerar um endurecimento das sanções.