O procurador afirmou na última sessão, em que foram proferidas as alegações finais, que ficaram provados durante o julgamento quatro crimes - corrupção, peculato de uso, abuso de poder e extorsão, tendo retirado dois de abuso de poder, um deles por terem prescrito os factos.
Na mesma sessão, o arguido voltou a proferir acusações contra o procurador Remízio Melhorado no exterior da sala de audiências mas, no interior, Avelino Ferreira Torres respeitou as regras ditadas pela juíza e não ousou acusar o procurador.
«Quero pedir desculpa por alguma coisa que aqui se passou e em que eu tivesse feito de modo incorrecto», desculpou-se, dirigindo-se à juíza-presidente, Teresa Silva. «Ao senhor doutor procurador não peço desculpa nenhuma», frisou. .
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