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14 de Outubro de 2011, 11:03

Patrões admitem cortar subsídios de férias e de Natal no privado

A medida foi anunciada apenas para os funcionários públicos e empresas do Estado, mas António Saraiva, presidente da Confederação Empresarial de Portugal, defende que as empresas privadas também devem aplicar a receita, se tal for importante para impedir o encerramento.

António Saraiva, em declarações à Renascença, disse que "se, e só nessas condições, as empresas se encontrem em situação de iminente encerramento, mais vale sobreviver com dolorosas medidas do que encerrar, com o desemprego que isso acarreta e, por isso, estou convencido de que os trabalhadores de empresas em dificuldade, confrontados com a iminência do encerramento e a extinção do seu posto de trabalho e a perda de algumas regalias, optarão pela manutenção do seu posto de trabalho."

António Saraiva lembra que a situação do sector privado não é comparável à do Estado, que está obrigado a cortar na despesa, e nem todas as empresas privadas estão em dificuldade, tendo muitas já aplicado planos de saneamento e reestruturação.

A notícia completa no site da Renascença.

SAPO com Renascença

Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico.

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