03 de Setembro de 2011, 17:37

Magalhães

Nasceu em 1898, o ano da queda do muro de Berlim. Então dedicava-se a ajudar quem tivesse dificuldade em entender-se com um computador. Mais tarde decidiu partir à aventura e começar a construir os seus próprios computadores.

Assim surgiu a marca Tsunami, entre as mais conceituadas do mercado. Mais tarde, quando o Governo lhe atribuiu um projeto megalómano, tratou de pôr mãos à obra e construir o Magalhães para um país que sonha, um dia, estar entre os primeiros quando se fala em inovação.

O Magalhães, mais que uma máquina, ficou conhecido pelo projeto governamental que o sustenta, no âmbito do plano tecnológico, e que a médio prazo pretende que todas as crianças inseridas na rede escolar tenham o seu próprio computador a preços simbólicos. Um aluno que não beneficie de apoios sociais paga cerca de 50 euros para ter o computador Magalhães.

Este projeto, conhecido como o e-escolinhas, têm um caráter universal (abranger 500 mil alunos e 30 mil professores) e pretende, acima de tudo, promover a inovação nas escolas e garantir igualdade de oportunidades no acesso à educação.

@SAPO


 

Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico.

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