No teatro, já trabalhou textos de Brecht ou Shakespeare e já trabalhou com encenadores como Luís Miguel Cintra ou Rodrigo Garcia. «Morte de Romeu e Julieta», «Cimbelino» ou «O Casamento de Fígaro» são algumas das peças em que participou.
Na televisão fez algumas participações em novelas e séries mas foi a novela brasileira da Globo, «Esperança» que lhe deu visibilidade internacional. Esteve seis anos sem trabalhar em televisão mas voltou em força em 2008 com a série-embrião «Os Contemporâneos», onde experimentava um humor inédito e onde deu corpo a inúmeras personagens, sendo a mais célebre «o chato».
Um dos seus mais inesquecíveis papéis foi o de um pai devastado pelo desaparecimento da filha no filme de Marco Martins «Alice». Fez também parte dos elencos de «Um Rapaz de Lisboa» e «Goodnight Irene».
Inês Gens Mendes