O Porto tem dado cartas no setor, por exemplo, com a incubadora de empresas da Fundação de Serralves – IN Serralves, a Agência para o Desenvolvimento das Indústrias Criativas (ADDICT)e o polo de indústrias criativas da Universidade do Porto. Além de vários outros negócios, do design à arquitetura, que têm triunfado na cidade invicta.
Dados publicados no ano passado, indicam que a região Norte tinha quase três mil empresas dentro da área criativa, com um volume total de negócios de 815 milhões de euros.
O setor promete continuar a crescer noutras cidades nortenhas. São João da Madeira vai contar em 2013 com um centro de indústrias criativas. As obras da Oliva Creative Factory arrancaram neste verão e vão reabilitar as antigas oficinas do complexo industrial da metalúrgica Oliva.
O objetivo deste novo polo será dar oportunidades aos jovens criativos para desenvolverem os seus projetos nas mais diversas áreas: do teatro às artes plásticas, passando pela música, moda, dança, entre outras matérias que estão de baixo do guarda-chuva das indústrias criativas.
Também Braga está a investir na área. O antigo quartel da GNR no centro da cidade vai ser convertido num polo de incubação de empresas criativas. O projeto, que vai se chamar GeNeRation Lab, deve estar concluído em 2012, ano em que Braga será a Capital Europeia da Juventude.
O edifício vai ser uma espécie de casa-mãe para sedes de associações juvenis e residências artísticas, contando ainda com um auditório e um museu. O polo faz parte da estratégia da Capital Europeia da Juventude para conseguir fixar jovens artistas e investigadores na cidade.
Uma outra oportunidade para o desenvolvimento da capacidade criativa do Norte encontra-se na cidade de Guimarães, que recebe o título de Capital Europeia da Cultura no próximo ano.
@SAPO
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