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10 de Dezembro de 2009, 21:04

Brasil: História do navegador Pedro Teixeira resgatada hoje no Senado


O presidente da Portugal, Zeinal Bava, que participou no evento, anunciou a instituição do Prémio Pedro Teixeira e o lançamento de um sítio na Internet sobre este capítulo da história luso-brasileira e sobre os impactos futuros da descoberta da Amazónia.

O prémio vai distinguir os três melhores trabalhos realizados por estudantes entre 12 e 18 anos, organizados em grupos de quatro ou cinco alunos, sobre a vida, o percurso ou o impacto dos feitos do desbravador português que ousou subir a remo o rio Amazonas, à frente de uma expedição com 2500 homens.

A grande aventura de Pedro Teixeira começou em Outubro de 1637, quando o navegador foi escolhido como chefe da expedição que concretizaria, dois anos depois, o ambicioso plano de conquistar o Alto Amazonas, à frente de 2500 homens, em cerca de 50 canoas.

A expedição contou com a ajuda de mais de mil índios que chamavam a Pedro Teixeira "Curiuá-Catu" ("Homem Branco Bom").

O regresso a Belém deu-se a 12 de Dezembro de 1639, após uma viagem de mais de 10 mil quilómetros, que resultou na anexação de 4,8 milhões de quilómetros quadrados para a Coroa de Portugal.
Em Fevereiro de 1640, Pedro Teixeira foi nomeado para o cargo de capitão-mor do Grão-Parã, mas morreu no ano seguinte, em Belém.

Os recursos para a recuperação da memória fragmentada de Pedro Teixeira foram garantidos pela Portugal Telecom, que também hoje divulga em Brasília, à margem da sessão especial do Senado, a criação de um prémio com o nome do navegador, para preservar a sua vida e obra.

Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico.

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