Foi como um partido dividido que o PSD chegou ao Congresso para escolher um novo líder. Pedro Passos Coelho, Mário Patinha Antão e Pedro Santana Lopes perderam a corrida para Manuela Ferreira Leite, aquela que os militantes viram como a melhor hipótese para unir o partido e fazer frente a José Sócrates nas eleições legislativas do próximo ano.
A estratégia de Ferreira Leite foi apostar na sua imagem de mulher rigorosa e não revelar antecipadamente nenhum dos nomes que fariam parte da sua direcção. Depois da vitória, a nova líder assumiu como objectivo mobilizar os militantes para as eleições de 2009 mas preferiu não apresentar qualquer proposta de governação alternativa ao do actual governo.