Crise Financeira Internacional

Já afectava os EUA desde o ano passado, devido aos créditos hipotecários, mas só em 2008 é que adoptou contornos internacionais mais pronunciados. A crise financeira ganhou dimensões mais preocupantes em Setembro, com a falência do banco Lehman Brothers (a maior de sempre) e a venda do Merril Lynch ao Bank of America.

Os reflexos sentiram-se de imediato nos mercados mundiais e motivaram encontros como o G20 em Washington, com os grandes países industrializados e das economias emergentes, ou o da cimeira da UE em Bruxelas.

Ainda assim, a maioria dos especialistas concorda que os efeitos da crise só se revelarão em pleno em 2009 e poderão persistir em 2010. Em Portugal, foi criado um plano de 2180 milhões de euros que aposta em três domínios fundamentais: reforço do investimento público em 3 áreas (educação, energia, tecnologia), apoio às empresas e actividade económica (medidas fiscais e de apoio à exportação) e incentivo ao emprego e reforço da protecção social.

A nível nacional, o preço dos combustíveis foi dos que motivou maiores discussões a nível económico, com os valores a sofrerem oscilações ao longo do ano antes de sofrerem uma descida no final.

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