"Como é possível teres sentido esta desgraça?"
José Manuel Simões e os amigos estavam em Nova Iorque no dia 10 de setembro de 2001. Queriam subir às torres. José teve um mau pressentimento. Já não foram.
José Manuel Simões e os amigos estavam em Nova Iorque no dia 10 de setembro de 2001. Queriam subir às torres. José teve um mau pressentimento. Já não foram.
Fernando Nobre estava em Nova Iorque no dia dos ataques para participar na conferência anual das Nações Unidas com a Sociedade Civil. O Presidente da AMI conta ao SAPO as memórias daquele dia.
O escritor Richard Zimler nasceu em Nova Iorque mas vive em Portugal desde 1990. Ia a passar numa rua do Porto quando viu uma multidão num café especada diante de um televisor. Relato na primeira pessoa dez anos depois dos ataques.
O escritor Pedro Paixão partiu para Nova Iorque pouco tempo depois dos ataques terroristas de 2001. Num texto inédito, explica como digeriu aquela nova realidade. "Se a Europa morreu nos fornos de Auschwitz, a América sofreu um ataque cardíaco no 11 (...)
Mario Tama mudou-se para Nova Iorque dois meses antes dos ataques às Torres Gémeas. O fotojornalista norte-americano da Getty Images relata o dia em que passou de fotógrafo a mais um nova-iorquino a correr para salvar a vida.
Arthur Sanhudo era bombeiro em Newark e em 2001 esteve na linha da frente do resgate das vítimas. "Pensei que estava num filme, mas depois percebi que era tudo muito real."
Em 2001, José Manuel dos Santos jantou no restaurante "Windows of The World", no topo das Torres Gémeas, apenas 12 horas antes de elas desaparecerem do skyline de Nova Iorque.
Hugo Gonçalves tinha as malas feitas para partir para Nova Iorque quando viu as primeiras imagens do ataque. Dias depois aterrava na cidade e nas histórias de quem tentava lidar com a tragédia.
À hora dos ataques às Torres Gémeas, em Nova Iorque, o Sheik David Munir estava num funeral como líder da comunidade Islâmica de Lisboa. "Não queria acreditar que os muçulmanos estivessem envolvidos nisso", confessa.
José Manuel Simões e os amigos estavam em Nova Iorque no dia 10 de setembro de 2001. Queriam subir às torres. José teve um mau pressentimento. Já não foram.
Fernando Nobre estava em Nova Iorque no dia dos ataques para participar na conferência anual das Nações Unidas com a Sociedade Civil. O Presidente da AMI conta ao SAPO as memórias daquele dia.
O escritor Richard Zimler nasceu em Nova Iorque mas vive em Portugal desde 1990. Ia a passar numa rua do Porto quando viu uma multidão num café especada diante de um televisor. Relato na primeira pessoa dez anos depois dos ataques.
O escritor Pedro Paixão partiu para Nova Iorque pouco tempo depois dos ataques terroristas de 2001. Num texto inédito, explica como digeriu aquela nova realidade. "Se a Europa morreu nos fornos de Auschwitz, a América sofreu um ataque cardíaco no 11 de Setembro", afirma.
Mario Tama mudou-se para Nova Iorque dois meses antes dos ataques às Torres Gémeas. O fotojornalista norte-americano da Getty Images relata o dia em que passou de fotógrafo a mais um nova-iorquino a correr para salvar a vida.
Arthur Sanhudo era bombeiro em Newark e em 2001 esteve na linha da frente do resgate das vítimas. "Pensei que estava num filme, mas depois percebi que era tudo muito real."
Em 2001, José Manuel dos Santos jantou no restaurante "Windows of The World", no topo das Torres Gémeas, apenas 12 horas antes de elas desaparecerem do skyline de Nova Iorque.
Hugo Gonçalves tinha as malas feitas para partir para Nova Iorque quando viu as primeiras imagens do ataque. Dias depois aterrava na cidade e nas histórias de quem tentava lidar com a tragédia.
À hora dos ataques às Torres Gémeas, em Nova Iorque, o Sheik David Munir estava num funeral como líder da comunidade Islâmica de Lisboa. "Não queria acreditar que os muçulmanos estivessem envolvidos nisso", confessa.