"Espanha e Portugal tornaram os seus mercados laborais mais flexíveis", disse Rompuy, num discurso proferido em Bruxelas.
Para o presidente do Conselho, os Estados-membros da União têm nesta fase de "adaptar" os seus "modelos socioeconómicos para um mundo em rápida mutação", reiterando Rompuy, perante uma plateia composta essencialmente por empresários, que o continente "tem de permanecer atrativo" para viver e trabalhar.
"A consolidação orçamental não é um objetivo por si mesmo, é um pré-requisito para um crescimento sustentável. As reformas estruturais são a principal alavanca à nossa disposição. Os seus efeitos não são imediatos nem podem ser, mas elas vão fazer a diferença ao longo do tempo e criar empregos na devida altura. Devemos dizer a verdade. Não há fórmulas mágicas. As reformas levam tempo, tal como o seu impacto sobre o crescimento e o emprego", advertiu o belga.